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terça-feira, 30 de julho de 2013


Barra do Rocha realizou V Conferência Municipal de Assistência Social


O Conselho Municipal de Assistência Social de Barra do Rocha, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou, nesta quinta-feira (25), a V Conferência de Assistência Social, cujo tema foi “Gestão e Financiamento na efetivação do Suas”. Participaram do evento a prefeita Vera Franco (PSC), o vice Valdir Tavares, Secretários de Governo, Vereadores e a comunidade.
Palestrou no evento Daniel Miranda, Conselheiro Estadual de Assistência Social. Aos presentes, Miranda destacou a relevância das políticas públicas de assistência social implantadas nos últimos anos e as populações atendidas pelos programas. Além disso, Miranda ainda discursou sobre orçamento, lembrando da Lei Orçamentária Anual (LOA) e também da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Em breve discurso, a prefeita Vera Franco destacou o trabalho da Titular de Assistência Social do município, Cléa Marta, e prometeu avanços. “Já fizemos muito nesses quase sete meses de governo, mas sem dúvida a nossa comunidade pode esperar por novidades”, prometeu a prefeita, emendando que as políticas públicas tem proporcionado ao povo viver com dignidade. (Ubatã Notícias)



Ibirataia: Prefeitura inicia construção de casas para comunidade carente


A Prefeitura Municipal de Ibirataia deu início, nesta quarta-feira (24), ao projeto de habitação do município e começou a construir as três primeiras casas de alvenaria e bloco no Alto do Mirante. As residências, destinadas ás famílias carentes, serão construídas com recursos próprios em substituição a casas de taipa.
A obra, anunciada pelo prefeito Marcos Aurélio (PP) após visita ao Alto do Mirante na última segunda-feira (22), deve ser finalizada em até 45 dias. Uma equipe de 5 pedreiros e quatro ajudantes tocam a obra. “Eu sempre tive esperança de receber minha casa de alvenaria e bloco”, disse com alegria uma das beneficiárias.
 

Rompimento de adutora mata criança e deixa feridos no Rio

Menina de 3 anos engoliu muita água e morreu no hospital. Pelo menos 16 pessoas ficaram feridas

Casas e carros foram destruídos na madrugada desta terça-feira (30), atingidos por milhões de litros de água que jorraram depois do rompimento de uma tubulação subterrânea da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae). O desastre aconteceu no bairro de Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, nas imediações da estrada do Mendanha.
A menina Isabela Severo da Silva, 3 anos, precisou ser socorrida e encaminhada às pressas ao Hospital Estadual Rocha Faria. Ela engoliu muita água e precisou receber massagem cardíaca no local, porém não resistiu e morreu no hospital.
Rompimento de adutora destrói casas e carros. Foto: Reproduçao TV Globo

De acordo com informações dos bombeiros que realizam o atendimento às vítimas, pelo menos 16 pessoas estão feridas e desalojodas. Trinta e três casas foram atingidas, 17 desabaram e outras 16 tiveram algum tipo de dano. 
O mecânico Agilson da Silva Serpa, de 42 anos, conta que estava em casa com a esposa, o cunhado e a enteada de 8 anos. “A água começou a bater no telhado e pensamos que era chuva. Mas estava muito forte. Tentamos nos abrigar no banheiro, mas as paredes da casa começaram a cair. Aí tentamos sair, mas fomos levados pela correnteza”, conta o morador, que teve ferimentos nas pernas, no rosto e no braço.
Segundo ele, a correnteza foi tão forte que fez com que os familiares se perdessem e só se reencontrassem 30 minutos depois. As outras três pessoas que estavam na casa tiveram que ser encaminhadas ao hospital. Agilson conta que três carros que estavam sendo consertados por ele foram destruídos.
Somente ao amanhecer a Cedae conseguiu diminuir a força da água. Para chegar ao trecho mais prejudicado, o Corpo de Bombeiros precisou usar embarcações a remo.
O registro da tubulação já foi fechado e, segundo a distribuidora de água, o abastecimento não será interrompido porque a água foi desviada para outras tubulações.
O registro da adutora já foi desligado, mas as ruas continuam alagadas. Por isso, os bombeiros estão trabalhando com botes no local. A distribuidora Light interrompeu o fornecimento de energia na área, por segurança.
Cedae custeará novas casas
O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), ratificou que a Companhia Estadual de Água e Esgoto custeará novas casas para quem ficou desabrigado pelo rompimento da adutora em Campo Grande. Cabral disse que foi ao local para prestar "apoio, solidariedade e acolhimento às famílias atingidas pelo rompimento da adutora".
"Queria prestar minha solidariedade sobretudo à família que perdeu uma criança. Não há perda material que equivalha à vida de uma criança." Quem perdeu utensílios e eletrodomésticos também será ressarcido, ele disse. A causa do rompimento, segundo Cabral, será apurada por uma perícia externa. Cabral falou na escola municipal Casimiro de Abreu, que fica perto do local alagado, mas não foi diretamente ao ponto onde os moradores estavam.
Dessa forma, evitou protestos das famílias afetadas contra ele e a Cedae. Depois que saiu, numa van, junto com o prefeito Eduardo Paes (PMDB), moradores protestaram contra a presença dos dois. Eles foram chamados de "sem-vergonha" e "cara de pau" enquanto a van partia.
O governador foi perguntado pela reportagem sobre o pedido, feito nesta segunda-feira (29), para que manifestantes deixassem de protestar em sua porta, no Leblon, mas se esquivou.
Novas manifestações já estão convocadas. O prefeito disse que um primo da menina que morreu, Isabela Severo da Silva, trabalha na prefeitura, e que toda ajuda será dada às famílias.




 

Hackers atacaram sites governamentais 672 vezes em 2013

Parte das invasões foi feita em apoio às manifestações de junho, segundo relatório do governo obtido pelo iG

Os ataques de hackers aos sites e portais da Administração Pública Federal (APF) se tornaram um problema quase corriqueiro na estrutura de informática governamental. Somente no primeiro semestre de 2013, as páginas do governo federal ficaram fora do ar 672 vezes – conforme relatório obtido pelo iG junto ao Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Redes de Computadores (CTIR-Gov), departamento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Palácio do Planalto.
O grupo hacker Lulzsec Brazil, braço brasileiro do “Lulzsec” e que reivindicou ataques aos sites do governo em dezembro de 2012
Em média, as páginas do governo na internet ficaram inacessíveis uma vez a cada oito horas. A suspensão desses acessos é a segunda maior reclamação de incidentes de informática no governo. Entre janeiro e junho deste ano, cerca de 20% das reclamações repassadas ao CTIR-Gov foram relacionadas à “indisponibilidade de sítio”, segundo o relatório.
A reclamação mais recorrente é o chamado “abuso de sítio”, ou seja, problemas com a configuração dos sites (provocados por agentes externos ou não) e exposição de códigos fonte ou descobertas de eventuais vulnerabilidades nos sistemas. Esses casos foram responsáveis por 25% das notificações no primeiro semestre
Ataques pró-manifestações
A reportagem do iG revelou, com base nos documentos do CTIR-Gov, 67 casos de vazamento de informações de órgãos federais no primeiro semestre . Nesses casos, houve vazamento de dados sigilosos e confidenciais do governo.
No dia 22 de junho, durante os protestos em todo o Brasil, por exemplo, o portal do governo federal sofreu ataque de hacker e ficou fora do ar por pelo menos uma hora. A invasão ocorreu por volta das 2h da manhã. A mesma situação ocorreu nos portais Receita Federal e Presidência da República. Ainda no dia 22, o site da Petrobrás ficou instável pela manhã e caiu durante a tarde.
Já no final de junho foram alvos de ataques os portais da Polícia Federal, Senado, Ministério dos Esportes, Ministério da Cultura, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e Ministério das Cidades. Parte desses ataques foi assumida por grupos como Fatal Error, Havittaja, Fail Shell e Anonymous.
Especialistas apontam, entretanto, que invasões desse tipo são consideradas menos danosas, porque o autor não consegue acesso a dados sigilosos, como nos casos de entrada dos sistemas de órgãos estratégicos.
Os hackers conseguiram apenas acesso remoto dos portais sem autorização ou simular um grande número de acessos, ocasionando a derrubada ou dificuldade de navegação por usuários reais – é o chamado DDoS (Distributed Denial of Service). “Em todos estes casos, o que houve foi acesso aos portais, não alcançando informações sigilosas, e/ou indisponibilização dos serviços”, avalia o secretário-geral da Comissão Especial de Crimes de Alta Tecnologia da OAB-SP, Fernando Barreira.





 

domingo, 28 de julho de 2013

Presidente diz a jornal que seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva "não vai voltar porque não saiu" da vida pública

A presidente Dilma Rousseff disse que seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva "não vai voltar porque não saiu" da vida pública e que os dois são "indissociáveis". "Esse tipo de coisa não gruda, não cola. Falar em 'Volta, Lula' e tal... eu acho que o Lula não vai voltar porque ele não foi."
Em entrevista publicada hoje pelo jornal Folha de S.Paulo, Dilma afirmou que tentativas de usar o ex-presidente como crítica a seu estilo não a incomodam "nem um pouquinho". Desde que pesquisas começaram a registrar queda de popularidade do governo, após as manifestações de rua de junho, ressurgiram no PT defensores de que Lula volte a disputar a Presidência.
Questionada sobre o resultado dos últimos levantamentos de intenção de voto e avaliações do governo, a presidente desconversou e disse saber "perfeitamente que tudo o que sobe, desce, e tudo o que desce, sobe".
A presidente negou que esteja pensando em cortar o número de ministérios, medida defendida por aliados de peso, como o PMDB. Dilma garantiu ainda a permanência do ministro Guido Mantega na Fazenda.
Com um forte discurso de defesa da política econômica do governo, a presidente afirmou que sua equipe tomou todas as medidas para a "redução de custeio" e, ao falar de inflação, criticou o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso: "Cumpriremos a meta de inflação pelo décimo ano consecutivo. Sabe em quantos anos o Fernando Henrique não cumpriu a meta? Em três dos quatro anos dele (em que a meta vigorou)".
Para Dilma, a inflação está "cadente" e o desemprego, sob controle. A presidente disse ainda que é "tolice meridiana falar que o País não cresce puxado pelo consumo", mas concordou que é preciso investir mais.
Um ministro próximo à presidente disse que a entrevista deixou um recado: "Ela (Dilma) quer dizer que os cabeças ocas que falam 'Volta, Lula' vão ficar falando sozinhos".
Para o ex-governador de São Paulo e vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, Dilma está certa ao dizer que é "indissociável" de Lula, pois ela seria uma "criatura" do ex-presidente, "sem vida própria". Goldman também critica o fato de a presidente afirmar que a inflação está sob controle: "Essa é uma atitude de quem desconhece a realidade e tenta fugir do momento difícil pelo qual o País passa".

Revista VEJA destaca “aliança” entre ACM Neto e Jaques Wagner

A relação propositiva entre o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) e o governador da Bahia Jaques Wagner (PT) já não causa tanta estranheza nos que convivem cotidianamente com a realidade da capital do estado, contudo, virou pauta nacional e a revista Veja enviou repórter para tentar entender a mudança de comportamento da dupla agora que são obrigados a dialogar administrativamente para tirar a cidade do Salvador do fundo do poço como deixou ex-prefeito João Henrique. Na matéria veiculada na última edição da semana, inclusive, os traumas do antigo gestor são lembrados para atestar a aliança programática do implacável opositor e o governo petista. Em conversa com a reportagem da revista, ACM Neto deixou claro que ao sentar na cadeira do Palácio Thomé de Souza a política partidária foi deixada de lado para viabilizar a cidade. As declarações demonstram outra característica da política nacional a ser considerada num momento de revisitação das práticas políticas para atender aos reclames das “vozes das ruas”. A atuação parlamentar no teatro do Congresso Nacional ou Assembleias Legislativas, além das Câmaras Municipais é meramente, em diversos casos, exercício retórico. Prova disso é dada não apenas por Neto. Ao deixar o Legislativo e assumir a caneta do Executivo a maioria muda o discurso para implementar políticos inerentes ao cargo administrativo.